Digital clock

sábado, 16 de agosto de 2008

Madonna cinquentona. E daí?

Deixa que digam, que pensem, que falem

Vamos deixar de lado esses papos furados sobre produtos novaiorquinos, máquinas de fazer e refazer sucesso, supermarketing e vírus oportunistas de campanhas virais, indústria da música, show business, fatias do mercado fonográfico devoradas por executivos gordos ou magros com pancake na cara para esconder a ácne e toda essa conversa armada para justificar fenômenos megabilionários. Ninguém vai além dos 15 minutos de fama se não tiver talento. E esse não é o caso de Madonna Louise Ciccone Ritchie.

A inglesa Lucy O´Brien, fã da artista, foi atrás desse fenômeno e lançou o livro “Biografia do Maior Ídolo da Música Pop”.
Lucy resistiu ao canto da sereia que antes achava fútil, fabricada e sem graça. Isso foi há mais de 25 anos. Agora, o tal mito fabricado chega aos 50 anos e continua intocável. E Lucy levará uns bons trocados como fã empreendedora. O resto da história se espalha pelo mundo entre fãs e clube de fãs, e filmes , vídeos e fotos e provocações e polêmicas e mídias.

Salve Madonna e todas as mulheres que chegam aos 50 desafiando o tempo!

2 comentários:

Ana Luiza disse...

Se alguém escrevesse "Vogue" hoje, ela sem dúvida estaria ao lado de Garbo, Dietrich e Marilyn!

selene disse...

maravilha de comentário esse da ana luiza. Aplaudo: clap, clap, clap e concordo.
Selene